1- NÃO PROMETA FELICIDADE – Podemos somar felicidade, mas não implantar esse sentimento em alguém.  Também não espere que o outro lhe faça feliz, a felicidade é um caminho pessoal, o outro pode colaborar, mas é sua responsabilidade se fazer feliz no seu dia-a-dia.

2- NÃO ACHE QUE O PARCEIRO É IGUAL A VOCÊ –  Cada um dos parceiros vem de famílias com costumes, hábitos, crenças e historias de vida diferentes. Ser diferente não é ruim, respeite o jeito de ser do parceiro, haverá gostos diferentes, maneiras diferentes de fazer as coisas, vocês podem aprender um com o outro. Não existe um único jeito de fazer as coisas. E isso pode aumentar o respeito e admiração no relacionamento.

3- NÃO CONSIDERE O PARCEIRO COMO SUA PROPRIEDADE – é importante que cada um desenvolva seus próprios recursos de modo a não anular e não sobrecarregar o outro. Se o outro se sentir controlado, anulado, será o princípio do fim. Cultivar o amor, requer cuidado, mas não podemos asfixiar o outro com nossas demandas, nem com controle, nem com redomas de proteção exagerada.

4- NAO SE DEDIQUE MAIS AOS FILHOS, A PROFISSAO OU SOMENTE AO CASAL – Não só a relação com os filhos podem afastar o casal, como também a  profissão pode se tornar um amor maior do que o casal para um dos cônjuges. É importante que tenhamos equilibrio, organize seu tempo para cada coisa, um pouco para si mesmo, para os filhos, para o casamento e também para a profissão.

5- NÃO IGNORE A ATIVIDADE PROFISSIONAL DO PARCEIRO – alem de marido-mulher, pai – mãe, temos papeis como ser humano, cada um deve ter os seus projetos individuais. Nossa profissão ou habilidades são importantes e nos desenvolvem como pessoas, repeitar a profissão do parceiro é considerar ele um ser integral, e ajudar para seu crescimento pessoal, emocional e profissional é sinal de amor e companheirismo.

6 -NÃO DEPENDA ECONOMICAMENTE DO PARCEIRO – se um dos parceiros for dependente do outro, durante anos, o casal se priva de um situação de igualdade, ficando o provedor num plano superior ao outro.

7- NÃO CONSIDERE A SUA FAMILIA DE ORIGEM MAIS IMPORTANTE QUE O SEU CASAMENTO- Não se propõe um afastamento, pois o afeto precisa ser cultivado.  Que deve existir são limites, não só geográfico como emocionais entre uma família e outra. Após a escolha de um parceiro, o casamento é a sua nova família onde irá nascer os novos membros, é esta família que está sendo construida que precisa ter investimento emocional, nossos pais sempre serão importantes a questão é saber dedicar a atenção  necessária ao casamento também.

8- NÃO ASSUMA SOZINHO A EDUCAÇÃO DOS FILHOS–  Pois ao assumir ira responder sozinho pelos erros e acertos, essa responsabilidade precisa ser compartilhada, não só por ser desgastante para o progenitor que assume, mas também será de distanciamento emocional dos filhos sobre o parceiro que deixa de assumir a sua parte na responsabilidade.

9 -NÃO FIQUE CASADO POR CAUSA DOS FILHOS – Os pais não devem ficar casados (se o casamento não tem solução) em nome dos filhos, pois estariam mutilando parte de suas vidas e dando o exemplo de como os filhos deverão fazer com suas próprias vidas. Outra importante questão aqui é que os filhos carregaram a culpa por seus pais não terem sido felizes.

10- NAO DESAUTORIZE O PARCEIRO PERANTE OS FILHOS– Isso ira resultar em uma aliança entre um cônjuge e o filho, fazendo com que também perca sua autoridade perante ele. E nesta competição conjugal, que o filho começa a desenvolver o sentimento de que quem manda na casa é ele e não os pais.

11 – NÃO SEJA AMIGO DE SEU FILHO– Se pai e mãe se transformarem em amigos eles deixam de ser pai e mãe, deixando este lugar vago, outro filho ou avô podem assumir este papel, mas sua autoridade de pai e mãe se perde pelo caminho. Podemos ter uma relação afetiva e amorosa com nossos filhos, mas não devemos passar a mão na cabeça quando precisa ser corrigido.

12- NÃO ESPERE QUE SEUS FILHOS CUMPRAM COM SUAS EXPECTATIVAS Mesmo que venha a cumprir não será exatamente como aquelas esperadas, pode ser apenas em uma área: amorosa, profissional, social etc. Cada filho terá seus próprios desejos e sonhos, é importante saber orientar mas também respeitar suas escolhas.

13 – NAO ESPERE QUE SEU FILHO TENHA RESPONSABILIDADE A responsabilidade não surge naturalmente, precisa ser cultivada, estimulada, e germinará  no interior da família. A responsabilidade começa a ser ensina quando a criança é ainda bebê, arrumar seus brinquedos, cuidar de suas roupas, ajudar com a casa, etc.. então quando adulto já terá desenvolvido o senso de responsabilidade.

14 – NÃO TOME DECISOES UNILATERAIS EM RELAÇÃO A SEU FILHO–    Se um dos pais, ao tomar a decisão, sozinho, em relação ao filho, estará quebrando a unidade parental (pai e mãe) e comprometendo a união conjugal (marido e esposa). Busquem sempre dialogar e tomar as decisões em conjunto.

15 –  AJA AO INVES DE EXPLICAR –  um puro e simples NÃO, uma atitude de não permitir sair de casa ou cortar a mesada, podem ser mais significativos que uma longa conversa, desgastante e muitas vezes um monologo, onde só os pais falam. Este aspecto é melhor explicado no texto sobre o curso de parentalidade.

16 –  A CASA É DOS PAIS E NÃO DE TODOS Uma das forças que vai impulsionar o desenvolvimento dos filhos, é o fato deles sentirem que a casa é dos pais, e que as regras e hábitos são determinados pelos donos da casa. Veja o texto especial sobre este tópico aqui.

17 – NÃO PERMITA QUE OS FILHOS FIRAM SEUS  PRINCIPIOS – Mesmo que muitos dos valores paternos possam parecer obsoletos ou conservadores em relação ao que os filhos desejam,os pais não devem abrir mão de seus princípios e orientações.

Bom estas dicas são fundamentais para que a família mantenha a hierarquia, estrutura, papeis e funções, relacionamentos organizados e saudáveis. Se quiser saber mais sobre algum destes itens deixe seu comentário ou sugestão. Obrigada!

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